domingo, 9 de agosto de 2009

Renato Russo - O filho da revolução

Foto de 1995, um ano antes de morrer

Gosto muito de biografias, diria até que é meu estilo literário parecido, digamos assim (aos linguistas de plantão, já vou informando, sei que biografia não é estilo literário, relevem o mau uso do vocábulo). Mas, finalmente, Renato Russo ganha uma biografia à sua altura e importância, escrita por um jornalista de Brasília, Carlos Marcelo. Ele atualmente é o editor-executivo do Correio Braziliense, mas sua praia é mesmo a música.

Para escrever Renato Russo – O filho da revolução (Editora Agir), Carlos Marcelo foi fundo às fontes, rastreando detalhadamente toda a vida pessoal e artística do artista, desde quando ele era apenas Renato Manfredini Junior. No ensaio, ele conta, por exemplo, que Renato Russo projetou a banda que anos depois seria o Legião Urbana aos 14 anos, quando ficou imobilizado na cama por uma doença na perna. Carlos Marcelo descobriu letras inéditas e documentos incríveis, que revelam aspectos desconhecidos da vida de Renato Russo, suas paixões, angústias, sonhos e confissões.
Não li ainda (mas já comprei na Fnac, por R$ 44,90, que maravilha poder comprar tudo pela internet, não?), mas só pelo que vi no site (que inclui um capítulo inteiro do livro), é daqueles livros que a gente começa a ler e não para. As fotos são incríveis e o texto, delicioso...

8 comentários:

Liliana Sarquis disse...

digo o mesmo: biografia é o meu "estilo" preferido. Cada vez leio mais. Estou lendo a da Maísa (enrolei desde a mini série - ah meu deus! tem hifen, não tem , é junto, saco! não sei mais nada). e acabo de ler "Gabriela filha, mãe, avó e puta", sobre a fundadora da Davida e da Daspu.
Vou ver se leio o do Renato russo, apesar de ter uma certa - como direi? - resistência a ele (ih, agora vou ser xingada).Tenho vários cds da legião urbana, gosto de uma coisa ou outra, mas não conseguia engolir muito o Renato Russo. Nem a voz dele, nem as composições que me pareciam muito hipócritas. Por que? Não sei direito. Talvez porque achasse ele meio mala, meio faça o que eu digo mas não faça o que eu faço.
Gostava, ou melhor, gosto mesmo é do Cazuza. filhinho de papai, irresponsável, carismático, mas me parecia bem mais autêntico. Escrachado, com um humor afiado. Letras ótimas. E lindinho. me parecia que o Renato vivia pra dar lições de moral, colocar os outros na parede. Já o Cazuza fazia merda e cantava sobre isso. O nosso amor a gente inventa. Ótimo.
Um dia li um depoimento de um antigo amigo do renato, em Brasília, antes da fama, dizendo que ele ouvia os problemas dos outros, com a maior peciencia e bem amigo e depois ficava usando a fraqueza dos amigos, fazendo pressões psicológicas etc. Puro prazer.
Mas é claro, foi bem importante pra nossa música. E a biografia deve ser bem interessante. vou ler.

Cris V disse...

Lili, concordo com td. que vc. diz sobre renato russo, a não ser qtp. a sua musica, ado a maioria, adoro a voz dele cantando em italiano ec. Mas, de fato, ele era muito... ah, nao sei definir, meio vedete demais. Mas sempre achei que era coisa de gênio, agora vc. me deu uma outra visão dele. Vou ler o livro e depois te digo o que achei, tá? Bjs.

Cris V disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Borges disse...

Pois é, tbém nunca fui ligada no Legião Urbana, o Renato e o Dado sempre me pareceram antipáticos, o Dado continua sendo, aquela voz do Renato, q. ele ficava puto qdo. diziam q. parecia com a do Jerry Adriani, era esquisita, aqueles braços desengonçados, enfim, o todo ñ me interessou nunca. Ou melhor, às vezes, eu até prestava atenção. Mas passava.
Agora tô aqui c/aquele tijolaço da biografia dele, livro emprestado pela minha filha, mais de 400pág.pra ler.
Vou tentar, de curiosidade e até pra entender pq. ele nunca me atraiu.
Como disse Lili, eu tbém. sempre gostei mesmo foi do Cazuza.
Mas o Renato é tão incensado q. eu vou pelo folhear e ver as fotos (ótimas)pra saber alguma dele.
E quem, sabe mudar de opinião.
Mas, sei ñ...

Liliana Sarquis disse...

O que eu acho bastante interessante dele é como a garotada que nem viveu a época do Legião ser apaixonada por ele. Acho que as letras tocam os adolescentes e jovens. E isso é muito válido, principalmente numa época de "senta...senta...senta no dj...senta no mc...senta no bailarino". O que é isso??? Ah, um funk horroroso (mais um) que escutei sábado. Um babaca parou em um bar (não foi o meu, senão eu corria com ele dali), em frente a igreja (!!), abriu a mala do carro e colocou um monte dessas coisas.
então, viva renato russo!

Cris V disse...

Poe essas e outras, Lili, VIVA O RENATO RUSSO!

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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