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terça-feira, 27 de outubro de 2009

O dia amanheceu chuvoso

Adoro, a chuva é inspiradora, nos traz momentos de reflexão...
Deve estar chovendo em BH, pois na Malaveia o Edu tasca No ritmo da chuva com Peninha (prefiro a versão de Los Hermanos)... "Ó chuva, traga o meu benzinho, pois preciso de carinho...Ó chuva, traga o meu amor..." Para mim Peninha é igual a Roberto Carlos, gosto demais das músicas dele e não da voz, da interpretação, mas sempre vale pelo saudosismo.
Imediatamente me lembrei de outra música de chuva, toca aí, Edu, com Jorge Ben (recuso-me a chamá-lo de Benjór, que coisa chata este negócio de numerologia)!!!! "Lá fora está chovendo. Mas assim mesmo eu vou correndo. Só pra ver o meu amor. Ela vem toda de branco. Toda molhada e despenteada. Que maravilha, que coisa linda é o meu amor, que maravilha!"
Vontade de ficar aqui debaixo dos lençois e entre as almofadas, ou brincando de... mímica. Este negócio de lembrar de músicas de chuva me lembrou as brincadeiras da adolescência com meus primos, aquela em que temos que adivinhar qual é a música a partir de uma determinada palavra.Não lembro do nome mas nesse momento ela bem que poderia se chamar saudade...
Sou uma pessoa muito responsável e o dever me chama. Bye.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Quem sabe faz a hora não espera acontecer.

Na Malaveia, Geraldo Vandré canta Pra não dizer que não falei de flores, Tempos idos. A letra é linda, esta frase, então - Quem sabe faz a hora... - é antológica, daquelas de se tomar como lema ou, ao menos, como meta. Não esperar acontecer. Fazer acontecer. Nem sempre a gente consegue mas é importante tentar. Às vezes dá certo e quando dá, sai de baixo. A vida vale a pena.
Tem dias que estou um saco, nem eu me aguento. Noutros estou muito psicanalizada, hoje acho que estou filosófica demais. E o pior é que é filosofia barata, pelo menos tenho consciência das minhas limitações, hahahaha.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Peninha na Malaveia

Estava aqui trabalhando e ouvindo a Malavéia, mas de repente travo. Peninha cantando “Era uma brincadeira” é tudo de bom. Nossa, que música mais pungente, é daquelas que atingem em cheio meu lado brega de ser, aquele que curte de montão à beça Wando, Waldick Soriano, Leno, Wanderleia, Leandro e Leonardo e outros tantos mais. Por isso que eu curto a Malavéia. Faz uma salada mista, uma suruba geral, misturando Peninha com Dianne Warwick, por exemplo, um depois do outro, numa boa, sem quebrar o ritmo. E daí sai um suco legal, coerente, gostoso de ouvir, sem nenhum corte. Se tem uma arte que eu admiro é de programador musical e de DJs (quando são bons, claro).
Voltando ao Peninha, reparem só que letra singela e bonita a desta música que, tenho certeza, todo mundo conhece. Fui lá no Google buscar, embora eu saiba a letra de cor. O Edu falou agora há pouco no ar que esta música, cantada pelo Peninha, é uma das mais pedidas na Malaveia. Pessoalmente, prefiro o Caetano cantando, sempre vou preferir Caetano a qualquer um, mas ela é linda de qualquer jeito.

Era Uma Brincadeira (Peninha)

Tudo era apenas uma brincadeira
e foi crescendo, crescendo me absorvendo
e de repente eu me vi assim completamente seu
vi a minha força amarrada no meu passo
vi que sem você não tem caminho eu não me acho
Vi um grande amor gritar dentro de mim como eu sonhei
um dia

Quando o meu mundo era mais mundo e todo mundo
admitia
Uma mudança muito estranha, mais pureza, mais carinho,
mais calma, mais alegria
No meu jeito de me dar

Quando a canção se fez mais forte, mais sentida
Quando a poesia realmente fez folia em minha vida
Você veio me contar dessa paixão inesperada por outra
pessoa

Mas não tem revolta não
Eu só quero que você se encontre
Ter saudade até que é bom
é melhor que caminhar vazio
A esperança é um dom que eu tenho em mim (eu tenho
sim)

Não tem desespero, não
Você me ensinou milhões de coisas
Tem um sonho em minhas mãos
Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz

Quando o meu mundo era mais mundo e todo mundo
admitia
Uma mudança muito estranha, mais pureza, mais carinho,
mais calma, mais alegria
No meu jeito de me dar

Quando a canção se fez mais forte, mais sentida
Quando a poesia realmente fez folia em minha vida
Você veio me contar dessa paixão inesperada por outra
pessoa

Mas não tem revolta não
Eu só quero que você se encontre
Ter saudade até que é bom
é melhor que caminhar vazio
A esperança é um dom que eu tenho em mim (eu tenho
sim)

Não tem desespero, não
Você me ensinou milhões de coisas
Tem um sonho em minhas mãos
Amanhã será um novo dia
Certamente eu vou ser mais feliz.

Mas não tem revolta não
Eu só quero que você se encontre
Ter saudade até que é bom
é melhor que caminhar vazio
A esperança é um dom que eu tenho em mim (eu tenho
sim)

Não tem desespero, não

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Malaveia, a rádio

Recebo um e-mail do Edu, lá de Belo Horizonte, informando que tem um monte de gente aqui de Friburgo ouvindo a Malaveia. Que bacana. A primeira coisa que faço quando entro aqui é acessar a Malaveia, que me acompanha enquanto estou navegando nestes mares. E, em breve, vamos poder curtir a Malaveia também no carro pois ela vai estar no Iphone.
O Edu, aliás, está sempre inventando novidades. Agora deu para colocar jingles antigos na rádio, como este que estou ouvindo agora, uma obra-prima que o Zé Rodrix fez para Chevrolet "Meu coração bate mais alto dentro de um Chevrolet...). O Edu acaba de informar, aliás, que quando ele fez este jingle, era "Meu coração bate mais forte dentro de um Chevrolet" e teve de mudar o "forte" por causa da Ford, claro.

sábado, 8 de agosto de 2009

Dá licença pra eu sentir saudade?

Ouvi na Malaveia e corri atrás da letra.

Hoje eu vou fugir de casa
Vou levar a mala cheia de ilusão
Vou deixar alguma coisa velha
Esparramada toda pelo chão
Vou correr num automóvel
Enorme, forte, a sorte, a morte a esperar
Vultos altos e baixos
Que me assustavam só em olhar

Pra onde eu vou, ah
Pra onde eu vou, venha também
Pra onde eu vou, venha também
Pra onde eu vou

Faróis altos e baixos
Que me fotografam a me procurar
Dois olhos de mercúrio
Iluminam meus passos a me espionar
O sinal está vermelho
E os carros vão passando
E eu ando, ando, ando...
Minha roupa atravessa
E me leva pela mão
Do chão, do chão, do chão...

Pra onde eu vou, ah
Pra onde eu vou, venha também
Pra onde eu vou, venha também
Pra onde eu vou
(Mutantes / Fuga II)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Malaveia, onde encontro minhas músicas

Sinto-me feliz por pertencer a uma geração que teve o privilégio de participar de um período tão, mas tão rico de autores, cantores, compositores... enfim, uma MPB com B maiúsculo. Não que não goste do novo, pelo contrário. Em matéria de música, sou a mais eclética das criaturas, acho que só não curto mesmo o funk, mas assim mesmo já ouvi alguns bem legais. Adoro rap, até alguns sertanejos às vezes me comovem. Chorinho, samba, especialmente o samba de raiz, nem se fala. Amo de paixão. Também gosto de hit-parades, tipo música de novela, mesmo enjoando delas em pouquíssimo tempo.

Os clássicos, então, são uma categoria à parte para mim e cada vez gosto mais deles. Vou de Chopin e Debussy a Mozart (ai, como adoro Mozart) e, recentemente, descobri o prazer das óperas.

O que escolho para ouvir? Depende. Do meu estado de espírito, do ambiente em que estou, das pessoas que estão ao meu lado, do som disponível, se posso ou não ouvir aquele som na altura que desejo. E depende, claro, do que estou fazendo no momento. Há pouco tempo descobri a Malaveia, uma rádio online e estou viciada nela. É a primeira coisa que faço quando ligo aqui este notebook. A Malaveia, com seus flashbacks (e tb. com suas loucuras mais loucas), me acompanha o tempo todo neste blog, tanto que para facilitar a linkei aqui no blog.

Se vocês ainda não conhecem, dêem um duplo clique aí à direita em "Onde encontro minhas músicas". Neste momento, os Mutantes (lembram???) me levam a viajar no tempo com "ela é a minha menina, eu sou o menino dela, ela é o meu amor, eu sou o amor todinho dela"... Mas na Malaveia nao tem só coisa velha não, pelo contrário. É antenadíssima. muito louca a Malaveia.


Depois falo mais dela aqui, mas desde já, vale o toque. Confiram que não irão se arrepender. Depois me digam o que acharam.