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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Hiroshima e Nagasaki. É sempre bom lembrar até para não acontecer de novo



Nesta quinta-feira, Hiroshima homenageia os 140 mil mortos na bomba atômica de 1945. O mundo inteiro deveria parar e fazer o mesmo até porque, sem alarmismos, não é impossível que uma tragédia semelhante se repita. Num outro contexto, em outros locais, mas, com certeza, numa escala muito maior. Quando vejo as notícias sobre o conflito na Coréia do Norte, por exemplo, tremo de medo do que pode vir a acontecer com a humanidade.
Principalmente depois do que acabei de ler no Estadão. Inacreditável esta pesquisa, mas absolutamente verdadeira e séria, foram ouvidas, sei lá, mais de duas mil pessoas. E sabem o que ela revelou? Três entre cinco americanos acreditam que o bombardeio atômico de Hiroshima e Nagasaki foi justificado e só um entre cinco acham que foi um erro. Alegam que o bombardeio foi um mal necessário para dar fim à guerra no Pacífico.
O fato da maioria dos americanos, 64 anos depois da tragédia, apoiar os bombardeios atômicos de mulheres, crianças, velhos, doentes, do modo mais horrível, me deixou absolutamente estarrecida.
Os alemães fizeram o que fizeram com os judeus, mas hoje é difícil encontrar um nazista na Alemanha. A não ser uns malucos que ninguém leva a sério. Já os americanos...

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dá medo só de pensar...

Cruzes!!!

A situação na Coréia do Norte está prá lá de crítica. Dá um baita medo. Só nesta terça-feira, este país lançou três mísseis nucleares de curto alcance. Os testes nucleares desencadearam fortes críticas, da ONU, dos Estados Unidos, da União Europeia e da Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático). O Brasil também condenou a demonstração de força norte-coreana.

Mas o governo da Coreia do Norte parece não estar nem aí, inclusive está prometendo novos lançamentos de projéteis, com um alcance de 160 quilômetros, em sua costa ocidental. Basta ver o que a delegação coreana afirmou durante a sessão especial da Conferência sobre Desarmamento ocorrida hoje em Genebra, na Suíça, um pouco antes do disparo do terceiro míssil. “Enquanto continuarem as pressões internacionais, continuaremos defendendo nossa segurança".

Uma grave ameaça para a paz e a segurança internacional e um grande desafio para o regime internacional de não-proliferação de armas.