Acabo de voltar do lançamento do Festival de Inverno aqui de Friburgo, que volta a seu formato original - ênfase na música clássica, sem deixar de lado a MPB de qualidade reconhecida. O mais bacana é que o festival (de 16 a 27 de julho, com todos os espetáculos gratuitos) volta também a ser realizado no Country Clube, cenário que o tornou conhecido em todo o país.
Os shows maiores terão como palco a ilha, como era antes do Sesc ter assumido sua realização. Lembro especialmente de Ney Matogrosso cantando ali num dos muitos festivais de inverno, tendo como cenário um céu especialmente estrelado e uma lua cheia daquelas gigantes a refletir no lago.
Soube que o rompimento do convênio (ou contrato ou lá o que seja) da prefeitura com o Sesc não foi nada amistoso e deixou marcas. Enfim, o que nos interessa é que, felizmente, o festival volta a ser o que era e no local de onde nunca deveria ter saído. Eu e todo mundo que conheço nunca nos acostumamos com o festival de inverno do Sesc. Pra mim, se não era no Country podia ser tudo, menos Festival de Inverno.
Este ano, o Festival de Inverno volta a ter também a assinatura de Miriam Dauelsberg, não precisa dizer mais nada. Por enquanto, só está confirmada a participação da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro completa, inclusive o coral infantil e adulto, mais de 300 integrantes interpretando Carmina Burana, imagina, um luxo. Ah, e também está confirmado o show de Vanessa da Matta, também um luxo. Mas tem coisa quente praticamente certa que a Dell'Arte ficou de confirmar até sexta-feira, depois eu conto.
Os shows maiores terão como palco a ilha, como era antes do Sesc ter assumido sua realização. Lembro especialmente de Ney Matogrosso cantando ali num dos muitos festivais de inverno, tendo como cenário um céu especialmente estrelado e uma lua cheia daquelas gigantes a refletir no lago.
Soube que o rompimento do convênio (ou contrato ou lá o que seja) da prefeitura com o Sesc não foi nada amistoso e deixou marcas. Enfim, o que nos interessa é que, felizmente, o festival volta a ser o que era e no local de onde nunca deveria ter saído. Eu e todo mundo que conheço nunca nos acostumamos com o festival de inverno do Sesc. Pra mim, se não era no Country podia ser tudo, menos Festival de Inverno.
Este ano, o Festival de Inverno volta a ter também a assinatura de Miriam Dauelsberg, não precisa dizer mais nada. Por enquanto, só está confirmada a participação da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro completa, inclusive o coral infantil e adulto, mais de 300 integrantes interpretando Carmina Burana, imagina, um luxo. Ah, e também está confirmado o show de Vanessa da Matta, também um luxo. Mas tem coisa quente praticamente certa que a Dell'Arte ficou de confirmar até sexta-feira, depois eu conto.





