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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Estilistas criam vestidos feitos de chocolate

Reprodução em chocolate do quadro 'Le dejeuner sur L'Herbe', de Manet
O desfile com roupas feitas a partir de chocolate foi a principal atração da feira mundial do setor, em Paris, claro. Diversos estilista apresentaram suas criações a partir de chocolate. As peças foram criadas por Virginie Stucki com a ajuda da chocolateria La Maison du Chocolat, que consegue fazer um chocolate melhor que o suíço. (Fotos: Jacques Brinon)

A cantora belga Lara Fabian no modelito de chocolate criado pela Hervé Léger
A apresentadora de tevê, Laurie Cholewa, em modelito assinado por Eric Tibusch
Marie Fugain desfila um longo de chocolate assinado pela estilista Virginie Stucki

segunda-feira, 6 de julho de 2009

A Fevest já começou

A Fevest já começou a movimentar a cidade, com hoteis e restaurantes cheios, gente diferente nas ruas em plena segunda-feira. Durante quatro dias, Friburgo vive em torno da moda íntima, o que dá um colorido especial a estes dias cinzentos e frios do começo da semana.
Segundo os organizadores, a feira atrai todos os anos mais de 20 mil visitantes de todo o Brasil e do exterior. Sei não, acho que não vem tanta gente assim como eles dizem. Este ano, então, as empresas investiram muito menos na feira. Com isso, a dimensão da Fevest ficou bem menor, o que de maneira alguma, diminui sua importância.
Não entendo porque, com algumas exceções, os friburguenses têm mania de diminuir sua terra, de criticar os eventos que acontecem aqui, de desvalorizar os talentos e os produtos da terra. Parece que torcem pra coisa dar errado, impressionante. Estou falando isso porque tenho ouvido muitos comentários negativos sobre a Fevest e os produtos fabricados aqui. Acho isso péssimo.

Pra começar, o Pólo de Moda Íntima de Friburgo emprega sei lá quantas mil pessoas e gera produtos que hoje em dia têm grande aceitação no mercado. Aqui são fabricados não só sutiãs e calcinhas como moda-praia, noite, fitness e matéria-prima para o setor. Outro dia eu passeava no Rio Sul quando dei de cara com uma loja linda da nossa CCM, fiquei toda boba olhando a vitrine.
Voltando à Fevest, vale registrar que ela possibilita um volume de negócios bastante significativo, o que é um alento não só para as confecções como para a combalida economia friburguense.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Roupas fashion também para gordinhas

Felizmente, não é meu caso, já que por um milagre inexplicável, de uns anos para cá me tornei uma coroa magra, sem que tivesse feito qualquer esforço para isso e continue comendo meu quarteirão com fritas no Mc Donalds e me entupindo de amendoins e chocolate com menta. Mas saúdo com entusiasmo a novidade.
Já era tempo das marcas investirem em peças com uma numeração maior. As gordinhas têm todo o direito de ter acesso à moda, só que os estilistas e as grifes pareciam ignorar isso até agora. Mas outro dia li no caderno Ela que diversas marcas estão tratando de lançar no mercado modelos bacanas com manequins que vão de 44 a 50.
Uma imposição do mercado, talvez, ou melhor, com toda a certeza. Basta dizer que nos Estados Unidos quase 20% das mulheres entre 18 e 35 anos estão acima do peso. No Brasil, certamente não chegamos a tanto (a vaidade das brasileiras não deixa), mas mesmo assim tem muita gordinha querendo consumir moda e não conseguindo.
Me lembro que era uma tortura entrar numa loja quando tinha de comprar uma roupa. Quem está acima do peso não tem opção a não ser em lojas e departamentos especiais para gordinhas, que não têm peças mais fashion e onde só se encontra coisas horrrorosas. Sem falar que a numeração parece ser feita para modelos que só têm pele e osso, não têm peito nem bunda. O 4o cabe em meninas de dez anos, o 38 nem se fala... E o 42, que era usado pela maioria de nós, encolheu. Não cabe em ninguém mais. Para as mais cheinhas - e não estou falando de gordas não, em? - resta o 44 ou mesmo o 46. É mole?

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Bolsas, esta paixão


Se tem uma coisa que mexe com mulher é sapato e bolsa. E nem poderia ser diferente. Eles fazem toda a diferença no visual, todas nós sabemos disso! Para as apaixonadas por bolsas, como eu, aqui estão alguns modelos que a Daniela Deslandes inventa, vejam que fofas. Dani começou assim devagar, como quem não quer nada, mas suas bolsas fizeram tanto sucesso que ela acabou montando um atelier de verdade. Sua grife, a Love D, já está marcando presença em lojas chiquérrimas aqui em Friburgo, no Rio, em São Paulo e recebe encomendas até do exterior.