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sábado, 21 de novembro de 2009

A COISA ESTÁ FICANDO PRETA


Vale a pena refletir:
* O jornal Estado de São Paulo está sob forte censura governamental há mais de cem dias.
* O Programa do Jô tirou do ar (sem dar qualquer satisfação ao público) o quadro "As Meninas do Jô" que era apresentado às quartas feiras, onde as jornalistas Lílian Witte Fibe, Ana Maria Tahan, Cristiana Lobo, Lúcia Hippólito debatiam as falcatruas dos corruptos que se apossaram do governo.
* O jornalista Arnaldo Jabor vem sofrendo, de forma velada e sistemática, todo tipo de retaliação. Sua participação diária na Rádio CBN tem se limitado a assuntos sem relevância, pois estaria impedido de falar sobre assuntos que envolvam a política nacional e o atual governo.
* A jornalista Lúcia Hippólito, que tinha uma participação diária, às 8h na Rádio CBN, não está mais ocupando o microfone da emissora, passando a âncora em outro horário, onde enfoca matérias mais amenas e sem sua habitual contundência.
* Diogo Mainardi, da Veja, vem sofrendo ameaças de morte por parte de aliados de Lula e de integrantes dos movimentos sociais.




sexta-feira, 24 de julho de 2009

Cony, porque não te calas?

Confesso que por essa eu não esperava. Gosto tanto do Cony escritor que acabo misturando as coisas. Mas não é de hoje que Cony está no caderninho de tanta gente boa e que sabe das coisas. Agora, então, depois desta coversa com Arthur Xexéo e Heródoto Barbero na CBN, a imagem de Cony ficou pior ainda. Imaginem que ele livrou a cara do Sarney e disse não achar o nepotismo algo assim tão grave. Quem comentou as lamentáveis declarações de Cony foi o Reinaldo Azevedo, da Veja, em seu blog. Ele pegou pesado e mandou ver. “Esse é Cony, que recebeu uma das maiores indenizações pagas no país como ‘perseguido’ do Regime Militar: R$ 1,5 milhão e pensão mensal de R$ 19 mil...”. Mas é melhor ler na fonte. O Cony devia era ter ficado quieto. Cony, porque não te calas?